Quatro Individuais

                                         

O Circuito de Arte 10 Contemporâneo reúne as melhores galerias de arte de Belo Horizonte, que trabalham essencialmente com arte contemporânea, vai movimentar a cidade no dia 1º de setembro com exposições simultâneas nas 10 galerias participantes.

A Galeria Beatriz Abi-Acl promove num só tempo quatro individuais inéditas dos artistas Abreuvalle (esculturas), Clébio Maduro (gravuras) e Marcelo AB e Mauro Silper (pinturas).

 

ABREUVALLE – EQUAÇÕES VISUAIS

 

O belo-horizontino Abreuvalle tem na escultura, desenho e pintura a manifestação de seu trabalho. Suas esculturas em aço oxi-corte, aço inoxidável e madeira em estilo abstrato concreto / neo-concreto têm como inspiração a geometria. Sua arte explora diferentes técnicas e de forma versátil promove gestuais equações visuais.

Nesta individual, Abreuvalle apresenta um pequeno panorama da sua produção artística nos últimos anos, onde se percebe a diversidade de formas, tamanhos e material utilizado. Vale destacar todas as esculturas são peças únicas.

Com diversas premiações e exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais no curriculum, o artista possui obra no acervo do Museu do Palácio de Buckingham (Londres – Inglaterra), Museu Casa dos Contos (Ouro Preto – Minas Gerais – Brasil) e Museu das Minas e do Metal (Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil).

 

 

CLÉBIO MADURO – GRAVURAS EM METAL

 

Com impecável técnica, Clébio Maduro apresenta gravuras em metal, desenvolvidas nas técnicas de água forte e água tinta, nas quais faz um belo registro das paisagens mineiras com ênfase nas cidades históricas e nos caminhos que vem percorrendo para registros fotográficos.

Sobre seu trabalho, a educadora Lúcia Pimentel escreveu: “Passagens e paisagens. Passageiros das paisagens somos levados a percorrer as trilhas da gravura. Traços incisos, sulcos sutis. Na precisão do traço, na leveza do céu e da neblina, no encontro da sombra, na brancura da água em movimento, nosso olhar se detém e nossa memória evoca sonhos. Nelas nos sentimentos personagens. Rolamos na relva, nadamos no rio, descansamos à sombra da árvore. Somos crianças e contamos histórias”.

 

MAURO SILPER - SEGMENTAÇÕES

Na individual intitulada “Segmentações”, Mauro Silper apresenta trabalhos em acrílica sobre tela e acrílica sobre papel, diferenciados em séries,  recriando a tradição da paisagem em sintonia com o presente. Com uma estética composicional integrada a códigos visuais imaginários, eles registram as particularidades da paisagem dualizada (urbana e natural) e, ao mesmo tempo, segmentada em microterritórios no espaço,  e suas interações com o homem, com as devidas implicações e rupturas.

Esse processo recorrente em sua pintura, tal qual um DNA que se manifesta, articula invariavelmente a intenção de transportar a natureza estática da obra em natureza viva para os olhos, bem além do imaginado, numa perspectiva intimista e acolhedora, para sensibilizar percepções sobre o orbe e suas constantes transformações na atualidade.

 

 

MARCELO AB – MEMÓRIA DA PAISAGEM - UMA ARQUEOLOGIA URBANA

 

Em “Memória da Paisagem” – Uma Arqueologia Urbana, projeto que Marcelo AB desenvolve atualmente, ele faz uma leitura do mundo em constante mutação, utilizando o suporte tradicional da pintura, tendo como modelo construtivo a segunda geração de imagem fotográfica do cotidiano das grandes cidades, pinçada através das câmeras vigilantes, por meio do computador.

Os trabalhos apresentados, em óleo e acrílica sobre tela, utilizam como referência, a fotografia digital, extraída da internet, das câmeras vigilantes de pátios, praças e ruas ou dos painéis de controle do trânsito, no momento em que as cenas são registradas, em tempo real, conforme legenda registrada na própria pintura.

Através desses trabalhos Marcelo AB ratifica sua proposta de subverter os meios, pensando um caminho inverso ao do meio técnico, quando escolhe um modelo construtivo de baixa resolução fotográfica. O objetivo, segundo ele, não é ‘melhorar’ ou ‘aumentar’ a sua resolução, mas realizar um trabalho artesanal, transformando em pinturas esses ‘ruídos’ (baixa resolução) em novas sensações e estética.

 

 

 


 

Obras

Abreuvalle
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Abertura

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