Ney Araújo

Obras
 
Artistas
Família  - escultura em madeira -  37 x 15 x 15 _ 36 x 15 x 10 _ 25 X 12 X 12 cm
Família - escultura em madeira - 37 x 15 x 15 _ 36 x 15 x 10 _ 25 X 12 X 12 cm
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Família - escultura em madeira - 45 x 10 x 13 _ 44 x 10 x 17 _  23 x 3 x 8 cm
Família - escultura em madeira - 45 x 10 x 13 _ 44 x 10 x 17 _ 23 x 3 x 8 cm
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Família - Escultura em madeira - 41 x 19 x 13 / 41 x 19 x 12 / 22 x 10 x 9 cm
Família - Escultura em madeira - 41 x 19 x 13 / 41 x 19 x 12 / 22 x 10 x 9 cm
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Família - escultura em madeira - 38 x 15 x 9 _ 37 x 12 x 10 _ 18 x 13 x 9 cm
Família - escultura em madeira - 38 x 15 x 9 _ 37 x 12 x 10 _ 18 x 13 x 9 cm
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Família - escultura em madeira - 36 x 17 x 9 _ 35 x 14 x 9 _ 18 x 10 x 6 cm
Família - escultura em madeira - 36 x 17 x 9 _ 35 x 14 x 9 _ 18 x 10 x 6 cm
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Família - escultura em madeira -38 x 12 x 14 _  38 x 9 x 20 _ 22 x 8 x 12 cm
Família - escultura em madeira -38 x 12 x 14 _ 38 x 9 x 20 _ 22 x 8 x 12 cm
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Família - escultura em madeira - 26 x 9 _ 22 x 6 _  18 x 7 _14  x 5 cm
Família - escultura em madeira - 26 x 9 _ 22 x 6 _ 18 x 7 _14 x 5 cm
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Mini família - escultura em madeira -18 x 8 x 5 _ 17 x 8 x 5 _ 11 x 7 x 4 cm
Mini família - escultura em madeira -18 x 8 x 5 _ 17 x 8 x 5 _ 11 x 7 x 4 cm
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Iniciei minha carreira de artista plástico em 1981 com tecelagem, cujo aprendizado se deu na casa de uma amiga chilena - Virginia del Carmem - que veio para o Brasil fugindo da ditadura de Augusto Pinochet. Na época eu morava em Belo Horizonte, e bancário no extinto Banco de Crédito Ral de Minas Gerais S.A.

 

Em seguida fiz um pequeno curso de extensão com Marlene Trindade na UFMG. Pedi demissão do banco e retornei à minha terra natal - Descoberto-MG. Desde meus primeiros trabalhos de tecelagem comecei a utilizar na composição das peças materiais naturais, tais como: raízes, sementes, cabaças, lascas de árvores, terra, pedras, etc.

 

Também, ao mesmo tempo comecei um trabalho de pesquisa e resgate das árvores de Lei, mortas pela ação do homem ou da própria natureza, nesta pequena parte da Mata Atlântica mineira, ao qual dei ênfase. Encontrei várias espécies: Angicos, Braúna, Canela, Cedro, Canjerana, Garapa, Ipês, Jacarandá, Pau Marfim, Sucupira, Vinagreira, etc. Árvores centenárias, que fazem parte da nossa história, sustentáculos de casarões, fazendas, pontes por onde transitaram carros de bois por décadas, levando o café, o milho, o arroz; os sonhos, as esperanças das pessoas que viveram em uma época tão distante dos dias atuais.
 

Satisfeito com o resultado realizei algumas exposições em Belo Horizonte, Juiz de Fora, Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo, etc. Sempre levando uma mensagem de conscientização e respeito à Natureza, pois dela somos 100% dependentes. 

 

Biografia